Reação e críticas
Em geral o Club Penguin tem sido bem recebido: o site é usado como um modelo positivo para o treinamento da polícia no Canadá e no Reino Unido, e recebeu o “selo de aprovação para a privacidade das crianças” do Better Business Bureau. Além disso, Brian Ward, Inspetor e Detetive do Comando de Investigação contra o Abuso Infantil no Reino Unido, afirmou que as crianças deveriam entrar em contato com um sistema como o do Club Penguin antes de entrar em sites de redes sociais, que fornecem menos proteção. Em termos de simples popularidade, o rápido crescimento do Club Penguin sugere um sucesso considerável, embora existam sinais de estabilização. Em abril de 2008, os números do Instituto Nielsen, que mede a audiência de sites, indicaram que nos 12 meses anteriores os acessos ao Club Penguin tinham diminuído em 7%.
Uma das maiores críticas é a de que o jogo incentivaria o consumismo. Embora o Club Penguin não incentive os assinantes a comprar produtos relacionados ao jogo com dinheiro de verdade (mas depende de uma assinantura paga mensalmente), os jogadores são encorajados a ganhar moedas virtuais no jogo, com as quais podem comprar produtos virtuais. Além disso, a “cultura competitiva” que isso pode criar leva a complicações como crianças tentando trapecear ou procurando “atalhos” para melhorar sua situação no jogo. Por outro lado, o Club Penguin adicionou regras contra trapaças, banindo jogadores flagrados tentando trapacear e até advertindo outros jogadores que encorajam essa prática fora do jogo. Quanto ao consumismo, usuários já comentaram que o uso de dinheiro virtual no jogo pode ajudar a ensinar as crianças a economizar dinheiro, escolher quando desejam gastá-lo e a praticar matemática, incentivando um “gerenciamento mais responsável e seguro do dinheiro”.
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